sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Freguesia de Sebolido - Centro Recreativo e Cultural


BOLETIM COM DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

AOS SEUS ASSOCIADOS

Editorial
Com o aproximar da quadra Natalícia, a Direcção do Centro Recreativo e Cultural de Sebolido.
Aproveita esta oportunidade para saudar os seus consórcios e desejar a eles e todos os seus familiares um Santo e Feliz Natal.
O ano de 2008 foi para a nossa Colectividade um ano em que uma grande parte dos anseios e objectivos a que ambicionávamos foram concretizados e os que ainda o não foram estão próximos da sua concretização. Em tempos de crise teremos de considerar que houve um saldo positivo significativo.
A criação do Boletim Informativo que lançamos e que teve uma significativa aceitação pelos nossos Consórcios leva-nos a que continue a constituir um elemento valioso de informação e que seja cada vez mais um forte elo de ligação entre todos aqueles que gostam da Colectividade.
Quanto ao futuro deste Boletim Informativo, iremos continuar a procurar que ele se torne cada vez mais atractivo, quer no formato quer nos conteúdos de interesse. Que cumpra cabalmente a sua total independência e que nunca perca de vista o objectivo principal para que foi criado.

Secção de Obras
Estão concluídas as obras de calcetamento. Depois de muita persistência dos membros responsáveis da Direcção por esta Secção finalmente vimos concretizada uma forte ambição. Após a conclusão da obra finalmente todos nós associados podemos desfrutar de um largo espaço de estacionamento e aproveitar este espaço agora criado para desenvolver iniciativas Recreativas e Culturais anteriormente impensáveis.
É de inteira justiça realçar o empenhamento do Senhor Presidente da Direcção e o reconhecimento do nosso Executivo Camarário da justeza da nossa persistência e assim a nossa Freguesia irá poder desfrutar a partir de agora desta mais valia.


SECÇÃO CULTURAL

Espectáculo Teatral e Musical
Canções alusivas à quadra natalícia
Uma vez mais e nunca será demais realçar o empenhamento dos membros que fazem por amor ao teatro e ao Centro em total regime de amadorismo com total solidariedade mas com imenso sacrifício, roubando horas de sono que seriam precioso descanso para labutarem no dia seguinte.


No Auditório da nossa Colectividade vão no próximo dia 7 de Dezembro (Domingo) pelas 21 horas uma vez mais proporcionar-nos um magnífico espectáculo onde uma vez mais nos iremos divertir com os seus maravilhosos desempenho artístico. Justo pela nossa parte partilhar com eles, vincando a nossa presença física.


SECÇÃO DE DESPORTO

Campeonato de Sueca
Temos previsto para durante o mês de Janeiro de 2009 a realização de um Campeonato de Sueca, que as inscrições serão abertas brevemente, pelo que convidamos todos quantos desportivamente gostam de jogar às cartas para se inscreverem.
Nota:
Não há jogadores antecipadamente vencedores, pelo que o Virelas, sempre ganhou ao Sabias. Razão importante para que se inscreva como participante.

Notícias Várias:
Muito recentemente foi praticado um acto irracional que seria impensável poder em tempo algum vir a acontecer ao barco do Secretário da Direcção e dos quais juntamos a foto:



Olho o centro, o lugar de Cancelos e o meu Rio Douro, como quem olha o espelho da vida.



O nosso ideal… é o amor profundo que dedicamos às terras onde nascemos e crescemos.



Dos três barcos balboeiros existentes na nossa Freguesia, atracados no lugar de Cancelos, o que apresentamos na fotografia é o mais recente e visa perpetuar este lugar de pescadores, barqueiros e marinheiros.

Ano dos tartulhos

Tem sido um ano de grandes quantidades, porque os apreciadores comensais se têm deliciado com esta saborosa espécie. Se tem um tartulho a mais e não o tenciona comer faça-o chegar até nós.

Até ao próximo Boletim e Bom Apetite

As associações valem pela força e dedicação dos seus associados, se ainda não o é, inscreva-se como associado da nossa colectividade!

Secção de Cultura, responsável pela Edição do Boletim Informativo

A Direcção

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Nogueira da Regedoura - Amores Repartidos

Terras rio e mar, Lago e Riacho. As opções nem sempre nos tranquilizam, prinicipalmente quando todos os nossos antepassados foram nascidos, criados e sempre viveram junto ás margens do Rio Douro, talvez por ironia do destino sou o filho mais velho do saudoso Agostinho Ferreira e Eliisa Gonçalves tambem durante muitos anos pescadeira de sável e lampreia, meu pai seguramente um dos barqueiros e pescadores de naior fibra que o meu querido rio Douro conheceu. Cedo me apaixonei pela farda branca da Briosa, quando ainda muito miúdo me desloquei a Balbeirô a casa da minha madrinha e vi lá o Mota fardado de marinheiro, este sonhos perseguiu-me até á data da minha inspeção militar e não esitei em momento algum em me oferecer voluntário para a Marinha, apesar de começar a namoriscar muito cedo e apenas com catorze anos os meus namoricos eram de pouca duração já que a minha ambição de um dia poder ser incorporada na Armada superava todo o resto.tive a felicidade de concretizar esta minha ambição.Quando fui chamado e selecionado foi um dia marcanted na min ha vida 24 de Setembro de 1963. Servi a minha querida Briosa durante muitos e bons anos, por razões que de momento não é importante aqui relatar passei á Reserva AA, fixei então residência cá na terra onde visitava quando em tempo de férias pporque os meus Pais e meus Irmãos para cá tinham migrado em 1964 e porque cá casei dois anos antes com uma Castelhana de Castelo de Paiva, por cá fiquei, uma vez que já tinha fortes ligações a esta terra e suas gentes. Numa fase difícil da minha vida adquiri um Terreno que se calhar só fui embrulhado na compra porqwue um Riacho passava ao fvun do do mesmo. Mas na catual Vila de Nogueira da Regedoura onde resido,apesar de em tempos este terreno na ocasião ser um ermo,era importante e quase único, mas se calhar por obra do destino ao seu fundo passava e passa um Riacho, que em tempos já tinha sido abundante em enguias. Durante anos quase desapareceu e estava imundo, hoje felizmente e com as águas vindas das escavações que se fizeram para construções de moradias já corre água com bastante abundância e com uma aceitável limpidez. Para muitos este riacho poderá não ter uma importância de maior, mas para mim tem e continuará a ter um grande incentivo para que me contnue no tempo que lá vivo estar ligado e recordar e conversar ou mandar recados ao meu Douro e recordar as travesias e noites fundeado no mar da Palha no Tejo, a navegação no Mar e a pesca e mergulhos no Lago Niassa e na saudosa Ilha de Moçambique, Nacala etc.. O Amor pelos rios e mares poderá para quem não o sente ser loucura para quem os ama é um sentimento im par. Enquanto me mantiver nas minhas capacidades mentais capazes, não dúvido que continuarei a viver insistentementecom esta paixão e dedicação e a manter conversações com estes meus bons amigos e são amigos não porque me não respondem, mas são amigos porque em todas as horas me inspiram e transmitem confiança e me proporcionam um album de recordações impressionante e um bem estar continuado. Se em tempos andei distraído e dias se passavam que não me abeirava do Riacho pelas razões que anteriormente referi agora que as condições são aceitáveis passarei na abeirar- me dele com maior assiduidade. Tenho plena convicção que nunca me irá rejeitar nem se sentyiria incomodadco com a min ha presença porque saberia avaliar que o faço por pçaixão e não por hipócrisia ou frustação. Adoro viver e sabendo que não tenho tudo o que amo, mas que amo tudo o que tgenho e que não me irá minímamente custar morrer, o que me vai custar imenso é saber que vou ter de me separar das coisas que amo. valdemar (Ferreira "O Marinheiro")

terça-feira, 18 de novembro de 2008

UM MIGRANTE EM NOGUEIRA DA REGEDOURA

Viver-se em Nogueira da Regedoura é bom. E é bom quando como se ama um rio o mar e se tem uma paixão pelas nossas origens. Seria hipócritamente fácil esconder essa paixão para assim parecer ser mais simpátio. Dizer-se que se ama com todas as forças mas só por interesses ou arranjos de momento. Nunca poderei esquecer que comecei a vir a esta Vila a partir de 1964 e que passava aqui os Tempos de férias nos anos em que servi a Armada, que foi aqui que conheci a minha esposa, que foi aqui tambem que foram feitas as minhas duas filhas, que é aqui que continuo a viver e que nesta Vila já desempenhei vários cargos políticos e em fregime de voluntasriado participei em colectividades . Que foi aqui tambem que mergulhei e que vivi os anos mais difíceis da minha vida e da minha familia onde mnha esposa passou uns anos piores de que maus, por ter sido vencido pela doênça alcoólica e que foi aqui tambem que alguem sem escrupulos se aproveitou desta minha situação para vender-me gato por lebre. Mas este caso isolado é pouco ou quase nada relevante para aquilo que desfrutei e continuo a desfrutar nesta querida Vila e que os Bons e puros Amigos que aqui tenho dão-me uma enorme vontade de cá continuar a viver,mas tambem esta Terra deu-me a possibilidade de ter uma coisa importante: UM Riacho que em tempos  que eu conheci e meu ainda lá pescou muitas enguias e se em tempos era uma imundice hoje já corre uma água quase limpida. Isto satisfas-me. Pelo menos por mais alguns e bons anos enquanto  não me mandarem a carta de chamadaespero viver por cá. Valdemar (Ferreira "O Marinheiro")UM MIGRANTE EM NOGUEIRA DA REWGEDOURA

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

UM DOENTE ALCOÓLICO RECUPERADOS E AS ASSOCIAÇÔES

Ainda me recordo como se fosse hoje, já que é sempre o hoje que tem de contar para o Doente Alcoólico que se pretende tratar. No tempo em que me iniciei como Doente abstinente, ouvia dizer constantemente a meu respeito ele é um borrachola, bebe o juizo e não para porque não quer. Quando lutava desesperadamente para tentar descobrir como e onde me poderia tratar, ouvir constantemente estes comentários magoava-me profundamente, agudizava ainda mais a minha dor e muitas vezes recordo que isso me fazia sofrer, se era Doente alcoólico crónico e por espaços lutava na tentativa de ver se conseguia parar de beber, estes comentários despropositados e muitas das vezes arrogantes,  se calhar serviam de desculpa para eu continuar a beber.Nunca a palavra bebado que se usava na ocasião teve tanto peso como na fase negra e antes de ter conseguido parar de beber. Mais tarde recorri ao dicionário para saber se a palavra bebado era tão pesada como parecia e eu a tinha sentido. Quando vi que bebado bebedice ou bebedeira era a mesma coisa que alcoólico, cheguei a pensar que não fazia sentido a importância que tinha dado a essa palavra para mim demasiada pesada, mas na verdade e decorrido todos estes anos da minha abstinência e com o redforço dos testemunhos de outros amigos doentes, não tive a menor dúvida que a palavra bebado tem um peso enormissimo que nos fere imenso, e que apesar de ter o mesmo significado, que quan do nos dizem que somos alcoólicos é bem mais aceite por nós doentes.Durante vários anos senti que quando dizia que ewra dependente, quase que as pessoas sed riam e continuavam a acreditar que se naquele tempo eu bebi em demasia era porque queriae o álcool não tinha qualquer efeito negativo que eu não tivesse podido controlar. Bom era que assim tivesse sido, mas infelizmente a realidade como e com todos aqueles que um dia têm a infelicidade de ficar dependentes é bem diferente. Se fosseuma questão de parar quando se quizesse, concerteza que não haveria Doentes alcoólicos principalmente crónicos. Nós doentes sabemos que uma grande maioria da nossa população não sabe ou não quer aceitar que nós fomos o que fomos porque fomos dependentes e só por isso fizemos ou passamos pelo que passamos. Se antes de nos tornar dependentes tinhamos uma vida digna e depois de recuperados voltemos a ser exemplares não foi por obra do acaso, mas sim  porque dentro de nós existia e existe um coração cheio de amor e vontade de partilhar e ajudar o próximo em regime de total voluntariado. Sabemos aqueles que somos dotados de uma inteligência aceitável que só poderemos nos sentir realizados e viver o nosso dia a dia pleno de felicidade se soubermos partilhar com o próximo a nossa felicidade e ajudar para ser ajudado, faz-nos bem e custa tão pouco. Até á bem pouco tempo fui Monitor activo semanalmente nas Associação de Doentes Alcoólicos Recuperados doConcelho de Santa Mazria da Fedira, da qual guarda óptimas recordações e que jamais poderei esquecer. Mas continuo activo porque sinto que esse é o meu dever e seja no meu dia a dia acontinuar a dar exemplos ou pela noite dentro a escrever, como hoje o que passei e o que sinto e seber que pela vida vivida e experiência posso continuar a ser útil e assim entrar preparado no seguinte para continuar a manter a minha abstinência em cada dia que passa mais forte mentalmente. A outra parte do tempo prencho-a como Secretário da Direcção e responsável por algumas áreas no Centro Recreativo e Cultural de Sebolido.Se em tempos me fui matando. Hoje tudo faço para estar de bem com a vida o mesmo é dizer comigo mesmo e com o próximo. Construí uma familia e disponho de um número de amigos invejáveis. Tudo isto ajuda a que eu e quem me rodeia consigamos ser imensamente feliz. Valdemar (Ferreira "O Marinheiro")  

domingo, 19 de outubro de 2008

O Comboio no Tempo do meu Avô

Sim! É pura realidade. Foi lindo e funcionável,quando nos dias actuais erstas histórias causam inveja. Mas por vezes, mas felizmente que são poucos que para esses falarmos do antigamente é quase um crime, mesmo que esse antigamente seja o apontar do progresso que foi prático e funcionável, como o seria nos dias de hoje. Mas como é do antigamente e apesar de ainda não ter uma centena de anos, provávelmesnte muitos poucos saberão que existiu e relata uma pura realidade e que o apontamento não deixa dúvidas. Mas no tempo do meu avô, as coisas eram feitas com rigôr e transparência. Se em comparação provávelmente os dias de hoje confrontados com esta realidade, em muitos casos deixam muito a desejar.
Mas no tempo do meu avô a veracidade da existência do Caminho de Ferro de Penafiel. Como exemplo o percurso Lixa a Entre-os-Rios.
O Trajecto de Penafiel à Torre era percorrido em 45 minutos, havia horários fixados para todos os comboios do Douro.
Durante o mês de Maio de 1915, as receitas da Companhia foram de 2.642 Escudos e 13 cêntavos. O que representa um aumento importantissimo de receitas, dado que no mesmo mês do ano anterior teria sido apenas de 1.274 Escudos e 30 cêntavos. A Direcção da Companhia, em Ordem de serviço publicava que "todos os empregados" seriam obrigados a apresentarem-se com os fardamentos do novo padrão, que foram confeccionados á custa de cada um..... com respectivos distintivos de categoria.
A 27 de Julho de 1915 o Comboio chegava a Entre-os Rios com grande delírio para a Povoação "Senhoras de branco lançavam flores".
Realizou-se um Almoço no Hotel da Torre e um Jantar no Hotel de S.Vicente.
A Linha estava completa na sua extensão de 54 quilómetros e o esforço de José Maria Pinto Monteiro, Casimiro de Sousa Rebelo e Miguel Gomes Teixeira, eram assim compensados, com a conclusão deste troço e com a chegada da linha à Ponte de Entre-os Rios.
Era tempo de férias e alguns Aquistas foram de passeio em Comboio Especial até à encantadora e pitoresca povoação da Lixa.
O Comboio era Atrelado à "Máquina Penafiel"
Durante o mês de Junho e pelo acima exposto a companhia arrecadou 3.o18 Escudos e 89 cêntimos.
Tiveram lugar a realização de outras Excursões e todas elas com enorme sucesso e as mesmas foram realizadas sempre com os comboios cheios.
Era fredquente em dias de Feiras e Roamarias um grande número de pessoas ficarem em terra por falta de lugares.
Ouvi inúmeras vezes o meu Avô repetir estas realidades nunca me cansei de o ouvir, porque sempre o fazia com uma enorme alegria e adivinhava que ele até sentia alguma vaidade por ter sido por mais de uma vez um dos ocupantes dessas memoráveis odisseias.
Muitos anos em determinadas alturas tive de servir-me deste meio de transporte; confesso que eram minimasmente aceitáveis as suas viagens e o relacionamento com o Cobrador, mas devo confessar que sempre tive o desejo de um dia vir a ter pelo menos a sorte apróximada que teve o meu Avó. Tive viagens maravilhosas nas deslocações a S.Pedro do Sul e Viseu, no Vouguinha e participei em Almoços de confraternização de Ferroviários, o mesmo tendo acontecido em Moçambique. Nutro por este pessoal uma granded estima. Confesso que adoraria voltar a estas confraternização, sei que não é possivel por já terem partido. E os comboios cada vez rarearem mais. Hoje não viajo neste meio de transporte e certamente jamais terei esse prazer, mas para os homenagear vou recordando e partilhando a felicidade que sentia o meu Avô.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Freguesia de Nogueira da Regedoura do Valdemar (Ferreira "O Marinheiro" )

Olá queridos amigos e amigas. Lamento não me ter sido possivel ainda ter chegado ao ponto onde pretendo divulgar todo um trabalho no que toca a esta terra hospitaleira e acolhedor, onde já visito há 44 anos e fixei residência vão para 33 anos no dia 3 de Setembro data em que da Porta do actual Bar dos Rajados eu e a mais de meia centenas de convidados partiram em autocarro da Feirense para assistirem ao meu casamento realizado na Igreja da Raiva Castelo de Paiva. è uma data que me satisfaz imenso recordar, poi a partir daqui passei a viver maritalmente com aquela a quem eu hoje considero por inteira justiça uma heroína e que em grande parte devo aquilo que hoje sou depois de vários anos ter estado mergulhado no fundo do Pantano e que a muito custo saí com a ajuda dela e de outras pessoas que foram e são importantes na minha vida onde constam vários e bons amigos a que não me canso de os referir, como ainda recentemente aconteceu numa entrevista de página cheia no último número do Jornal Feira/Norte.Seria para mim enormemente satisfatório continuar a escrever, mas o adiantado da hora não me permite por hoje alongar por mais tempo já que  tenho pela frente um dia que exige de mim uma concentração total. Mas prometo que brevemente voltarei para desenvolver um relato mais pormenorizado com o meu passado nesta Freguesia a quem  tenho a honra de poder também chamar de minha. Saudações minhas a todos vocês.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Sebolido/Centro Recreativo e Cultural de Sebolido

Com o nome de Valdemar Gonçalves da Rocha, adoro o nome e sobrenomes, se que o primeiro é o reconhecimento do nome invulgar que o meu Padrinho o Luísito de Midões escolheu para mim, o segundo e o terceiro servem para perpetuar a memória de minha Mãe Elisa e Meu Pai Agostinho. Honra-me quando amiudadas vezes sou CHAMADO pelos meu AMIGOS de Infância CARINHOSAMENTE PELAs alcunhas a de Ferreira VINDA DO MEU AVÔ JAQUIM e os meus de infância de Fanuca e Malô, bem como o de Marinheiro, alcunha ganha pelo facto de ter sido o primeiro Jovem de Sebolido a ter ido servir Voluntáriamente a Armada o que me valeu até ter direito a uma Festa de despedida pelos meus amigos e amigas na Capela da Senhora de Lourdes(do Monte), e esta alcunha foi ganha ainda por em Nogueira da Regedoura ter sido durante várias anos o primeiro Marinheiro, já que por força de os meus Pais ter migrado para lá para apoiarem os meus Irmão passei a ir para lá quando vinha de férias da Marinha, já que segui durante muitos anos como prpofissional a Briosa e por este feito tenho uma enorme honra, considero mesmo ser a minha primeira e verdadeira Mãe adoptiva. Isto é um dos meus grandes e verdadeiros Amores. Foi a concretizaaação plena do meu granded sonho qaue acalentava desde criança. Foi Bom, foi mesmo muito Bom. Hoje tenho pena de não ter podido e em algumas vezes não ter sabido dividir o tempo de forma a que tivessed ddedicado m ais stedmpo a Cancelos, mas a vida é cheia de encontros ed desencontros e eu durante um período de tempo perdi o rumo. Foram várias as razões, maqs a minha inexperiência valaeu a que tivesse em parte falhado. Se em momdentyo algum tive dúvidas que o Rio Dpouro e a acasa em Cancelos as reedfrências em Sebolido a minha ligação a Midões eram fortes demais verdade que não soube repartir o tempo e por isso hoje penetencio-me. Como sinto uma enorme divida de gratidão para com o meu rio, o meu lugar a minha Freguesia e suas gentes espero ainda ter chegado a tempo de em parte poder compensar. Aceitei ser em Primeiro Presidente do Concelho Fiscal no Centro Recreativo ser responsável pelas secções do Desporto e Recreativa. Cumpri o primeiro mandato, como senti ter a confiança do Presidente da Direcção e a lealdade que sempre teve para comigo, desafiei-o a que continuassemos mais um mandato. Pareceu-me e dada a minha experiência passar a Secretário da Direcção e assumir a responsabilidade das Comissões de Cultura, Rewcreativa Quotizações e Recreativa. Este ano que se apróxima do fim foi espectacular em iniciativas . Até ao fim do ano pretendemos inaugurar a Biblioteca que finqlmente está prontas com muitas horas de trabalho gratuito e há qual já ofertei M..... Livros.
A minha ligação á Associação de Alcoólicos Recuperados do Concelho de Santa Maria da Feira limita-me de poder dar um maior contributo ao centro, mas acredito plenamednte que o tempo que posso dispender ao Centro me permita desempenhar os cargos para que fuí eleito com um desempenho positivo e que assim, Centro, Directores e Associados nãose possam sentir defraudados com a minha menor pretação.